♥ postado em 01, julho de 2014 • sobre: Uncategorized

Hoje, com 20 anos de idade, olho para minha infância e adolescência, e todos os padrões de beleza que sempre nos cercam. Como eu sempre fiz de tudo para estar dentro dos padrões, como escondi meus defeitos e busquei parecer com as Spice Girls, Britney, e outras celebridades que ditavam a moda. Que tolice, não é? Viver a vida sob as leis de outros, tentando ser algo que você simplesmente não é.

Hoje no curso de Moda, tenho acesso a uma maior diversidade de estilos, de gostos e de comportamentos. Quando você passa a descobrir mais do mundo, você descobre que não existe um padrão, que isso não passa de uma visão muito estreita das coisas. O que somos nós? Um exército de seguidoras, ou pessoas, com gostos, costumes e culturas diferentes? Já imaginou se fôssemos todos iguais? Mesmo cabelo, mesma cor, mesmos papos, mesma inteligência. Nada ia mudar, por que se o outro é a sua imagem, o que de diferente ele iria acrescentar a sua vida?

Aos poucos, eu descubro que é isso o que importa. A medida que vamos saindo de nossa de conforto, o mundo vai mostrando suas diversidades, algumas coisas você gosta, e adquire, outras serão diferentes demais para o seu gosto, e você vai ignorar. E isso é a vida, um conjunto de experiências e identificações que nos faz quem somos. Não significa que você e a sua amiga passaram pela mesma coisa, vocês reagirão iguais, você tem uma história, e ela, outra. Cada uma absolverá isso de sua própria forma.

Então eu decidi que cansei de tentar ser igual, quero assumir minhas diferenças. Tenho um professor muito inteligente, que disse que como criador, você tem um ideal de beleza, que pode ser diferente do seu ideal pessoal. E eu me identifico com isso. Meu ideal de beleza é tão variado, louco e misturado quanto meu estilo pessoal é feminino, básico e confortável. E eu me sinto bem em admitir isso, em me permitir ser eu mesma. Eu provavelmente não usarei 80% das coisas que posto aqui no blog, mas elas não deixam de ser lindas ao meu ponto de vista.

Não deixe padrões engolirem a sua beleza real, se o liso tá na moda, não desfaça seus cachos, se gostar deles assim; se gostar disso ou daquilo é brega, ou infantil, ou inadequado, bem, a menos que seja assassinato de cachorrinhos ou qualquer coisa violentamente perturbadora, goste de qualquer jeito. O gosto é seu, ninguém tem nada a ver com isso. E aos poucos você vai ver, que assim, você só vai aprender a se amar cada vez mais. E tomar as rédeas da sua vida, pois quando você se ama, se respeita e se assume por quem você é, ninguém mais tem o poder te dizer quem ser, como agir e o que fazer.

“Pretty hurts, shine a light on whatever’s worst, perfection’s a disease of a nation, pretty hurts, pretty hurts”
“A beleza dói, destaque tudo de pior, a perfeição é a doença de uma nação, a beleza dói, a beleza dói”.

Xoxo,

Mim Plech.

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