♥ postado em 08, outubro de 2012 • sobre: Uncategorized

E de que adianta falar da London Fashion Week, sem falar da passarela, gente? Sempre pioneira nas tendências, Londres nos trouxe umas reedições de modas antigas (90’s voltaram!) e umas inovações beeem futuristas (artsy print e Tie Dye revolution!), vamos dar uma olhada?

ISSA

A começar pela brasileiríssima Issa, arrasou com suas belas orquídeas na cabeça das modelos, vestidas com muita sensualidade, roupas fluídas como vestidos estampados coloridos e a mulher deusa como tempo. É isso aí, gente. Minimalisto IS OUT. Agora a mulher moderna quer ser deusa, quer ser dona de si, mais do que nunca. E quem melhor que isso do que Daniella Helayel?

 Esses foram alguns dos meus looks favoritos. Quando perguntaram para a brazuca qual a inspiração da coleção, Daniela respondeu: “A busca de um Jardim do Éden brasileiro, a Arca de Noé, a Deusa brasileira”. Radicada em Londres há um bom tempo, queridinha da realeza britânica e de grande parte dos fashionistas britânicos e do mundo à fora, a coleção veio viva e divertida para acentar cada vez mais o nome da moda brasileira no mundo.

JONATHAN SAUNDERS

Se Issa trabalhou com a Deusa mítica brasileira, Jonathan Sauders começou com ares de minimalismo tanto em cores como na simplicidade dos cortes, mas a medida que as modelos entravam no salão do Tate Modern, as cores foram esquentando, assim como os modelos, trazendo mais uma vez a mulher sexy do século XXI, que sabe o que quer, que abusa de cores, conjuntinhos, e tem um pé na moda dos 90’s.

Adorei a forma como ele começou o desfile com uma mulher e acabou com outra. Ela era simples, discreta, e durante o desfile vai ganhando cor e forma, e nos trás a uma evolução nas formas e cores da mulher do século XXI. Vestidos lindamente cortados com muita sensualidade, diversidade e cores que trasmitem a mensagem certa, adorei a coleção.

MULBERRY

Elegante, leve e moderna. É a tradução da nova coleção da marca que é conhecida por ser a principal fornecedora de moda de couro e qualidade mundo à fora. Emma Hill, a Diretora Criativa da marca não decepcionou trazendo muito feminismo, praticidade e cores leves e pastosas. Umas candy colors, muito branco e o querida da vez, azul klein. Emma disse que mentalizou o interior da Inglaterra e seus seres mágicos como gnomos e fadas, criando esse jardim de mulheres femininas, fortes e confiantes.

 

HOUSE OF HOLLAND

Henry Holland provou que não se leva a sério e que sua musa é a mulher de atitude, vestida em roupas meio moleca, meio underground e com muito estilo e cores. Não liga para a opinião alheia, sabe o que quer e usa e abusa de cores, formatos e estampas. Uma marca BEM britânica que remete às ruas londrinas dos anos 90 onde a música foi a base da moda e hoje vice-versa.

 

Achei essa coleção uma graça. Tem de tudo, tem aquela vibe londrina nos anos 90, tem cores, tem formatos para todos os corpitchos, e tem um ar meio hipster que eu super adoro. Acho que a marca capturou muito bem o espírito livre e moderno que tinha em seu projeto, e a coleção parece fresca e leve. Well done!

Aí vão alguns dos meus principais desfiles, ainda vou soltar uns postes sobre a LFW e depois sobre a Paris Fashion Week, até por que informação nunca é demais, não, é?

Xoxo,

Mim Plech.

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